
O velho e o mar, de Ernest Hemingway
Tô tensa.
É que criticar a Fernanda Takai, literariamente falando, não é a mesma coisa que criticar Ernest Hemingway. Ou é?
Bom, o que eu sei é que eu nunca havia lido nada do lendário escritor da geração perdida. Nadinha.
Então eu fui começar justamente por aquele livro que é considerado a sua obra-prima: O velho e o mar.... (ganhador, inclusive, do prêmio Pulitzer de 1953...)
Daí, vcs podem perceber o por quê da tensão...Simplesmente eu não tenho as melhores coisas a falar um livro que é considerado obra-prima de um autor que é considerado genial.
Mas graças ao grande Nelson Rodrigues eu posso ficar em paz comigo mesma, afinal “Toda unanimidade é burra!”.
Sinceramente: achei médio. Bem médio mesmo. (e agora que caiam as pedras na Geni ...rs)
É claro que ando desconfiando do tradutor, mas a probabilidade maior é a de que eu não gostei porque não gostei, e pronto.
A história é boa. O narrador tb. O ritmo é melhor ainda. É o tipo de livro que você lê com uma espada no pescoço. Dá até falta de ar, vez em quando.
Mas então o que foi que eu não gostei?
Deixa eu explicar isso aqui. O que me fez desgostar do livro não é algo que exista nele, mas é o que deixou de existir... Sério.
Pela mística toda criada em torno do Hemingway, achei que ele poderia ter feito mais. EXPECTATIVA é uma bosta, né?
O enredo conta a história de Santiago, um velho e sábio pescador que passa 84 dias sem pescar nada, até dar de cara com o demônio em forma de peixe. Na verdade, não há qualquer alusão sobre o coisa ruim, mas o peixe de mais de 50 metros de comprimento travará uma luta infernal com o pobre pescador.
Talvez Heimngway quisesse dizer algo de como é o próprio processo de escrever... de como é lutar com um diabo dentro e fora do próprio corpo. Talvez eu comece a entendê-lo melhor...Talvez eu tenha gostado do livro mais do que eu e o meu demônio sabemos... Talvez.
É que criticar a Fernanda Takai, literariamente falando, não é a mesma coisa que criticar Ernest Hemingway. Ou é?
Bom, o que eu sei é que eu nunca havia lido nada do lendário escritor da geração perdida. Nadinha.
Então eu fui começar justamente por aquele livro que é considerado a sua obra-prima: O velho e o mar.... (ganhador, inclusive, do prêmio Pulitzer de 1953...)
Daí, vcs podem perceber o por quê da tensão...Simplesmente eu não tenho as melhores coisas a falar um livro que é considerado obra-prima de um autor que é considerado genial.
Mas graças ao grande Nelson Rodrigues eu posso ficar em paz comigo mesma, afinal “Toda unanimidade é burra!”.
Sinceramente: achei médio. Bem médio mesmo. (e agora que caiam as pedras na Geni ...rs)
É claro que ando desconfiando do tradutor, mas a probabilidade maior é a de que eu não gostei porque não gostei, e pronto.
A história é boa. O narrador tb. O ritmo é melhor ainda. É o tipo de livro que você lê com uma espada no pescoço. Dá até falta de ar, vez em quando.
Mas então o que foi que eu não gostei?
Deixa eu explicar isso aqui. O que me fez desgostar do livro não é algo que exista nele, mas é o que deixou de existir... Sério.
Pela mística toda criada em torno do Hemingway, achei que ele poderia ter feito mais. EXPECTATIVA é uma bosta, né?
O enredo conta a história de Santiago, um velho e sábio pescador que passa 84 dias sem pescar nada, até dar de cara com o demônio em forma de peixe. Na verdade, não há qualquer alusão sobre o coisa ruim, mas o peixe de mais de 50 metros de comprimento travará uma luta infernal com o pobre pescador.
Talvez Heimngway quisesse dizer algo de como é o próprio processo de escrever... de como é lutar com um diabo dentro e fora do próprio corpo. Talvez eu comece a entendê-lo melhor...Talvez eu tenha gostado do livro mais do que eu e o meu demônio sabemos... Talvez.






Eu sempre fui medrosa de profissão. Os medos mais absurdos me acompanharam durante toda a minha vida. O primeiro de todos, que eu me lembro com bastante clareza, era desses que vêm de fora para dentro: uma flor.